Compacto do IV Colóquio de Direito Informacional

Melhores momentos do IV Colóquio de Direito Informacional!

Compacto não por falta do que escrever, mas pelo bem de fazer caber na sua e na minha noite de segunda-feira algumas das reflexões propostas durante a manhã e a tarde do dia 25 de maio, no auditório do CCSH (e talvez nos dias que se seguiram a ele, em diversos outros lugares povoados pelo nosso respeitável público, que deve ter levado as discussões adiante!).

Desta vez a entrada estava menos tumultuada, mas isso se deve ao aumento da equipe…
… porque o público interessado continua não dando descanso e acompanha em peso os trabalhos!

Como em edição anterior, tivemos a mesa de abertura com as boas-vindas da profª Rosane aos convidados e aos interessados e com falas do coordenador do curso, prof. José Luiz de Moura Filho, e do chefe de departamento, prof. Luiz Ernani Bonesso de Araújo, apoiadores do evento.

O prof. Rafael foi o mediador da primeira mesa

E logo passou-se à primeira mesa de palestras, que por um imprevisto não pôde contar com a presença de Ângela Espíndola (que esperamos que não falte oportunidades para uma futura participação!), e foi composta pelas interessantíssimas falas de André Cella e Aires Rover.

Os entraves e peculiaridades apresentados pelas TICs no dia-a-dia de quem atua no Judiciário.

De início, André Cella trouxe uma reflexão crítica sobre a perspectiva prática dos contatos entre o Direito e as novas tecnologias. Um exemplo é que ainda se tem processo de papel porque o sistema eletrônico muitas vezes não aceita a combinação de fatores que a realidade faz, e torna impossível a ajuização de uma ação com características imprevistas por ele. Tudo aponta para a necessidade de maior contato entre quem faz o sistema e quem usa, buscando adequações entre as novas necessidades e as técnicas adotadas.

A complexidade das interações entre governo e novos fluxos de informação

Aires Rover nos apresentou a perspectiva da transição de paradigmas causada pela Rede: da mesma forma que aos poucos falar “processo eletrônico” vai se tornando uma redundância, pois a tendência é o processo de papel se tornar obsoleto e se falar somente em “processo”, também é possível pensar que “governo eletrônico” passará pelo mesmo fenômeno.

À tarde, continuamos os debates com a segunda mesa de palestras, composta por Rubens Beçak e Rosane Leal da Silva.

Rubens Beçak respondendo a um dos muitos questionamentos feitos na segunda mesa do evento

Rubens Beçak apontou diversas questões históricas sobre a participação dos cidadãos nas decisões públicas e a necessidade de novas maneiras e possibilidades de participação social e política que urgem com as novas tecnologias. Após, tivemos uma sessão de contribuições e debates entre todos os participantes.

Para encerrar, houve a fala da profª Rosane Leal da Silva sobre os pontos principais e resultados parciais das pesquisas realizadas pelo NUDI.

A foto de missão cumprida está virando uma tradição dos Colóquios

Agradecemos e ficamos imensamente felizes com a participação e contribuição de todos. E aí, prontos para a próxima?

Advertisements

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s